segunda-feira, 29 de março de 2010

ANEL, por uma outra UNE?

Em matéria - confira abaixo - publicada nesta segunda (29), em seu site, a revista Carta Capital abre espaço para a polêmica, o movimento estudantil ganha uma nova organização ou será mais do mesmo?




Reinvenção à margem da UNE



Assembléia Nacional dos Estudantes se reúne em plenária e segue novas diretrizes


Na tarde do último sábado, 23, em um auditório do maior reduto da direita estudantil paulista, a Universidade Presbiteriana Mackenzie, 156 estudantes entoavam em bom tom: “nas ruas, nas praças, quem disse que sumiu, aqui está presente o movimento estudantil!”. Uma plenária havia acabado de terminar. Estava ali formada a primeira Executiva Estadual da história da ANEL (Assembléia Nacional dos Estudantes – Livre!).


Embrionada na ocupação da reitoria da USP em maio de 2007 e fundada em congresso com 2 mil estudantes no Rio de Janeiro em 2009, a ANEL se auto-proclama a mais nova e combativa faceta do movimento estudantil brasileiro.


O campo majoritário da entidade é nitidamente dominado pelo PSTU- Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado. Seus quadros variam entre independentes e militantes de partidos e organizações de esquerda. A ampla maioria freqüenta as melhores e maiores Universidade do estado. Afirmam comprometimento na reestruturação das movimentações estudantis sob um ponto de vista de contra-aparelhamento e praticam veemente oposição a atual situação da UNE e a sua relação com a base governista.


A abertura dos trabalhos desta primeira plenária deu-se ainda na parte da manhã. Na mesa, representantes do Conlutas (Cordenação Nacional de Lutas), da Intersindical (Instrumento de Luta e Organização da Classe Trabalhadora) e estudantes secundaristas. Tema em alta, a reaproximação do movimento estudantil e sindical foi assunto constante nos grupos de discussão.

Estes grupos, em debates de alto nível e muito bem organizados, precederam a plenária final e trataram das propostas que encaminhariam à mesa. “Buscaremos refletir no debate as principais lutas que vêm acontecendo no estado, como a greve dos professores, e avançar no sentido de campanhas e propostas que possam organizar a intervenção da ANEL em São Paulo”, diz “Bheatrix”, do grêmio da ETESP em texto de convocação. Alguns militantes preferem não divulgar seus sobrenomes ou usar nomes fictícios em razão da repressão interna que sofrem em suas respectivas universidades.

“Esta plenária tem como objetivo construir campanhas unificadas e apontar um caminho que possibilite a ação dos estudantes na defesa da qualidade do ensino e contra o processo de privatização e sucateamento da educação,” comentou Marcelo Tomasini, diretor do Diretório de Letras e Ciências Humanas do Mackenzie (DAMAC), militante da ANEL e partidário do PSTU.

Era visível a insatisfação de alguns quadros da organização com a íntima ligação entre campo majoritário da ANEL e PSTU. “No estado de São Paulo, infelizmente, os companheiros do PSTU vêm impondo uma dinâmica que não ajuda nem um pouco em transformar a ANEL numa viva ferramenta de luta dos estudantes”, diz “Tati”, coordenadora do Centro Acadêmico de Ciências Humanas da Unicamp (CACH), em texto publicado no jornal A Plenos Pulmões, editado pela organização.

Diferenças à parte, a plenária obteve sucesso. Sete representantes foram eleitos. De maneira saudável, entre teses e idéias, com debates acalorados num ambiente de respeito mútuo e unidade, todas as vertentes da organização estavam representadas na diretoria executiva. Inclusive o movimento secundarista.

Os pontos de consenso da plenária, que devem nortear as movimentações da ANEL em São Paulo neste ano, vão da ajuda ao Haiti - com críticas a ocupação militar da ONU – ao apoio na mobilização dos professores da rede pública paulista. São também colocados em pauta a campanha do Passe Livre (referente ao transporte público) e problemas internos das universidades, como a melhoria das moradias universitárias e a retirada dos processos de sindicância que alguns alunos sofrem desde as mobilizações de 2007.

Como forma de combater o aparelhamento do movimento estudantil e buscando a organização, a ANEL sugere assembléias nacionais a cada dois meses. Além de garantir o funcionamento da entidade, os encontros servem para melhor instituir as lutas estudantis em todo país e para democratizar as decisões mais importantes. “Este é justamente o papel que a UNE não pode mais cumprir sob pena de prejudicar sua relação com o governo federal”, explica o panfleto do coletivo de estudantes que circulou na plenária e pretende fortalecer a ANEL dentro do Mackenzie e de outras universidades particulares.


 
Carta Capital - Reinvenção à margem da UNE
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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Regulamentar ou não regulamentar, eis o projeto...

Tramita no Senado um projeto de lei para a regulamentação da profissão de historiador. Desde que foi colocado em pauta (agosto/setembro de 2009), discussões suscitaram na rede; ao que tudo indica será aprovado.

Há contras e favoráveis à regulamentação, por isso é interessante um posicionamento acerca do projeto (emendas não foram feitas).

Regulamentar ou não a profissão?
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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Mensagem aos Calouros 2010/1

Bem-vindos Calouros!!!

O importante na vida universitária não compreende somente as disciplinas ministradas nos cursos, todavia a forma como o estudante utiliza espaço, tempo e conhecimentos proporcionados pela universidade. Por isso, os discentes devem atentar-se ao que ocorre em suas instituições e sempre pelejar por sua melhoria.

Nós do Cahis deixamos esse espaço aberto para divulgarmos e discutirmos não apenas assuntos relacionados ao nosso CA e à UFOP, mas também a tudo que envolve o curso de História. É de suma importância debater o que nos compete.

Participem!!!
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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Planilha de repúblicas de Mariana

Para auxiliar os novos e velhos estudantes da Universidade Federal de Ouro Preto, o CAHIS está disponibilizando uma planilha com a lista de repúblicas de Mariana. Tal lista ainda não está completa, porém ela será atualizada com frequência.

http://www.4shared.com/file/215349229/22f33203/planilha_republicas.html

Saudações!
Gestão "Disparada!" 2009-2010
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quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Fotos das Calourada 2009/2

Conferência ofertada pelo professor Luiz Carlos Villalta com o tema: "Inconfidência Mineira e suas origens políticas e ideológicas.














































Membros do CAHIS e o professor Luiz Carlos Villalta











Membros dos CAHIS: Bruno, Kátia, Kaio, Yuri e Gilmar.


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segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Calourada ICHS/UFOP 2009-2

Saudações ichsanas,

A todos os Calouros boas vindas!
Segue aqui neste link
http://rapidshare.com/files/268752719/Cronograma_Calourada_ICHS-UFOP_2009-2_.doc.html a programação da semana de recepção deste período.

Façam bom proveito de tudo - das mesas de discussão, da visita ao museu da música, da festa, das conferências. A programação foi feita para vocês!

Até breve..
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sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Boas vindas aos Calouros do 2009/2

Saudações ichsanas,

Nós do Centro Acadêmico de História vimos aqui dar boas vindas a todos os Calouros do 2009/2.
Queremos dizer que em breve divulgaremos a programação da semana de recepção (Calourada) deste período. Neste semestre contaremos com mesas de discussão, conferências, oficinas e uma festa no último dia. Aguardem!

O momento em que vivemos hoje na Universidade é certamente o de algumas conquistas, mas sobretudo é o tempo de muitas lutas - o REUNI bate na nossa porta cada vez mais alto, devemos nos preparar, solidificar nossa base estudantil e enfrentar de frente as políticas que o Governo Federal vem tentando implantar na Universidade Pública. É preciso dizer que as instâncias representativas estudantis, como os CA's e o DCE devem ser cada vez mais focos de manifestações em prol de uma sociedade mais justa, igualitária, em que os debates políticos não se restrinjam e beneficiem a pequenos grupos sociais, classes ou a partidos políticos.

Convocamos todos os estudantes a fazer parte da Universidade, da sua construção e desconstrução.

Até breve.

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